Li, novamente, pela quinta vez, acho eu, Luciola, de José de Alencar. Claro, sempre me emociona... As coincidências são aterradoras, com o que, na época nem tinha acontecido em minha vida. Juro, sempre bate um arrependimento do que fiz... mas não é assim, há grandes e profundas diferenças...
Mesmo que eu voltasse e tentasse... não adiantaria...
E mesmo que tudo fosse verdade, a lama no fundo do poço é sempre agitada... não há a calma da agua sobre o poço, muito menos mudanças em preto...
Como sempre, a melhor possibilidade é deixar o passado embrulhado e não remexer.
Um dia aprendo.
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